Como os nanoplásticos entram no corpo?

Da água ao ar, partículas minúsculas podem encontrar diferentes caminhos até nós.

Nanoplásticos são partículas minúsculas de plástico, tão pequenas que não podem ser vistas a olho nu. Eles despertam atenção científica.

Invisíveis, mas presentes

Com o tempo, resíduos plásticos podem sofrer ação do sol, calor, água e desgaste, formando partículas cada vez menores no ambiente.

O plástico se fragmenta

Rios, mares e até fontes de água potável podem receber partículas plásticas. O tratamento reduz contaminantes, mas a presença desses resíduos é investigada.

Eles podem estar na água

Partículas microscópicas podem se espalhar pelo ambiente e ser transportadas pelo ar. A inalação é uma das possíveis formas de exposição estudadas.

O ar também pode ser uma rota

A contaminação ambiental pode fazer partículas plásticas entrarem em diferentes etapas da cadeia alimentar, despertando preocupação entre pesquisadores.

Eles podem chegar aos alimentos

O desgaste de materiais plásticos pode liberar partículas muito pequenas. Por isso, cientistas estudam como diferentes produtos podem contribuir para a exposição.

Embalagens estão na mira

Temperaturas elevadas podem favorecer a liberação de partículas de alguns materiais plásticos. O impacto depende do tipo de produto e das condições de uso.

O calor pode ser importante

A exposição humana pode ocorrer por diferentes caminhos, incluindo ingestão e inalação. Pesquisadores ainda investigam quanto é absorvido pelo organismo.

Do ambiente ao corpo

Nanoplásticos são ainda menores que os microplásticos. Seu tamanho reduzido aumenta o interesse científico sobre como interagem com células e tecidos.

Eles são diferentes dos microplásticos

Essa é uma das questões que continuam em investigação. O destino dessas partículas depende de características como tamanho, composição e via de exposição.

O corpo consegue eliminá-los?

Embora a exposição seja uma preocupação crescente, os efeitos dos nanoplásticos sobre a saúde humana ainda não são totalmente compreendidos.

A ciência ainda  investiga os riscos