Cientistas descobrem que a Lua já teve vulcões ativos

Hoje a Lua parece totalmente inativa, mas novas pesquisas indicam que ela já viveu uma fase intensa, marcada por grandes erupções vulcânicas.

Um passado inesperado

As extensas áreas escuras vistas da Terra são antigas planícies formadas por enormes fluxos de lava que inundaram crateras há bilhões de anos.

Mares de lava

Os pesquisadores acreditam que algumas erupções liberaram volumes impressionantes de magma, remodelando vastas regiões da superfície lunar.

Erupções gigantes

No início de sua história, a Lua possuía calor interno suficiente para manter rochas parcialmente fundidas, alimentando intensa atividade vulcânica.

Interior quente

A idade das rochas coletadas nas missões Apollo e os dados de sondas modernas ajudam a reconstruir quando esses vulcões estiveram ativos.

Rochas contam histórias

Nem toda marca lunar foi causada por impactos. Diversas formações geológicas surgiram pelo resfriamento e espalhamento de antigas correntes de lava.

Muito além das crateras

Grande parte da atividade vulcânica ocorreu entre cerca de quatro e dois bilhões de anos atrás, durante uma fase decisiva da evolução lunar.

Quando tudo aconteceu

Algumas evidências sugerem que certos eventos vulcânicos podem ter ocorrido mais recentemente do que os cientistas imaginavam inicialmente.

Mistérios persistem

Com o passar do tempo, a Lua perdeu calor interno. Sem energia suficiente, o magma deixou de alcançar a superfície definitivamente.

O fim do vulcanismo

As futuras explorações deverão analisar amostras inéditas para entender como o vulcanismo influenciou a formação e a evolução da Lua.

Novas missões, novas respostas